É frequente encontrarmos, por aí, (ou chegarem-nos à caixa de email) denúncias de casos concretos de reformas e vencimentos de montantes escandalosos, obscenos; bem como casos de acumulação de várias reformas de valor elevado, de acumulação de reformas com vencimentos... etc.
As situações mais escandalosas que têm sido referidas dizem respeito aos políticos (parlamentares incluídos) e aos gestores públicos... alguns deles ex-políticos
As situações mais escandalosas que têm sido referidas dizem respeito aos políticos (parlamentares incluídos) e aos gestores públicos... alguns deles ex-políticos
Quanto à moralização que se impõe, neste capítulo, há várias propostas de pessoas (ou grupos) preocupadas, como nós, com o impacto negativo que têm, quer na economia directamente, quer indirectamente pela desmoralização da população, mas essas propostas têm sido,sistematicamente ignoradas, mesmo quando enunciadas por figuras públicas de relevo, directamente na Comunicação Social, como são também liminarmente ignoradas as denúncias e a indignação, generalizada, que provocam. Por isso também, para deixarmos de ser ignorados, CHEGOU O MOMENTO de dizer BASTA!
O assunto voltou a ser tema de “conversa”, no FB.
O extracto do diálogo que a seguir se transcreve pretende trazer a esta página o que defendo nessa matéria, bem como os respectivos fundamentos...
(este texto destinava-se á página do FB do "evento": Dizer Basta, mas não foi possível publicá-lo lá)É apenas a minha proposta, a minha opinião, porque o que defendo é que as decisões, nessa como noutras matérias, sejam REFERENDADAS.
- “As reformas devem ter um tecto máximo UNIVERSAL e de aplicação imediata a todos... indexado à reforma (ou pensão mínima)... que é inferior a 300 euros. Um tecto máximo igual a 6 reformas mínimas parece-me aceitável... para começar. Os salários, esses sim, é que devem ter um tecto máximo UNIVERSAL igual a 10 salários mínimos, para começar, mas com a exigência de diminuir esse tecto para 8 salários mínimos em 3 ou 4 anos.
Tendo em conta que há pensões de reforma superiores a 6 mil euros; e que há gente com reformas dessas (e outras de instituições particulares ainda maiores: 18 mil euros) que ainda acumulam essas reformas com vencimentos também elevados ou com outras reformas, um tecto desses (igual a 6 reformas mínimas) que reduziria para menos de 1800 euros o valor máximo das reformas seria um grande avanço na moralização da nossa vida pública, permitiria grande economia e tornava a segurança social mais sustentável...
Idem quanto aos salários: tendo em conta que há salários superiores a 20 mil euros, por aí, em abundância, um tecto de 5 mil euros era um bom começo....
Aliás, preocupada com o facto de esses "coitadinhos" não serem tão prejudicado com os tectos máximos de salários e pensõess, até proponho que, de imediato, se aumente o salário mínimo em 20 euros e a reforma mínima em 25 euros... é só parra "eles" não se ressentirem tanto, coitados”.
Tendo em conta que há pensões de reforma superiores a 6 mil euros; e que há gente com reformas dessas (e outras de instituições particulares ainda maiores: 18 mil euros) que ainda acumulam essas reformas com vencimentos também elevados ou com outras reformas, um tecto desses (igual a 6 reformas mínimas) que reduziria para menos de 1800 euros o valor máximo das reformas seria um grande avanço na moralização da nossa vida pública, permitiria grande economia e tornava a segurança social mais sustentável...
Idem quanto aos salários: tendo em conta que há salários superiores a 20 mil euros, por aí, em abundância, um tecto de 5 mil euros era um bom começo....
Aliás, preocupada com o facto de esses "coitadinhos" não serem tão prejudicado com os tectos máximos de salários e pensõess, até proponho que, de imediato, se aumente o salário mínimo em 20 euros e a reforma mínima em 25 euros... é só parra "eles" não se ressentirem tanto, coitados”.
- “Note que na Suíça o tecto de reforma máxima é de (salvo erro) 1500 euros!”
- “Não comparemos alhos com bugalhos”.
- “Não comparemos "alhos com bugalhos"? Como assim? A Suiça tem pior nível de vida e maiores dificuldades económicas do que nós e é por isso que tem critérios racionais e justos para a concessão de reformas?
Pois olhe que eu sou reformada e a minha reforma (que nem sequer é tão má assim) fica muito aquèm do limite que proponho... mas, claro, há uns que acham que têm TODOS os direitos... mesmo que à custa de muita miséria alheia... e da desgraça de todos nós... Vivem noutro país, certamente
Repito o que disse: valor máximo de reforma igual a 6 vezes o valor da reforma mínima. E ainda acho que é muita generosidade... para quem nem isso merece. Se merecessem certamente o país não estaria como está.
E salário máximo igual a 10 salários mínimos... e nem sei do que se queixa. Desde que a economia permita aumentar o salário mínimo e a reforma mínima, respectivamente para 650 euros e 450 euros...... já vocês não ficam tão prejudicados... Se a economia não permite a culpa não é minha (nem de quem recebe salários e reformas mínimas); é muito mais vossa. Se não permite para os outros, POR CULPA VOSSA, por que razão há-de permitir TUDO para vocês? Vou também por aí sim e, se as pessoas aderirem... é certinho que essa medida será implementada... deixe comigo!”
Nota final: a indexação do montante máximo dos salários e das reformas aos correspondentes valores mínimos tem como finalidade reduzir os respectivos leques, de forma justa e equitativa (tanto quanto possível actualmente) e implementar um mínimo de solidariedade quer entre trabalhadores quer entre reformados... quer ainda no conjunto da população, fazendo com que todos tenham incentivos para se empenharem na recuperação económica e na racionalização de gastos, para que seja possível pagar mais a todos.
Na verdade, só quem seja suficientemente cínico, egoísta (e predador) par achar que tem direito a tudo, mesmo que os outros não tenham nada (devido aos seus crimes e incompetência, as mais das vezes), é que pode estar contra estas medidas visto que basta que seja possível aumentar os montantes mínimos de salários e reformas para que os máximos possam ser também aumentados. Portanto, aqueles que forem afectados por estas medidas... só se podem queixar de si próprios... e da sua ineficiência.
«»«»«»«»«»
APELO!
Participação Cívica e Direitos Fundamentais:
-- Petição Para Valoração da Abstenção
-- Assine a petição AQUI, ou AQUI ou AQUI, ou AQUI, ou AQUI
-- Denúncia de Agressão Policial
-- Petição contra os Crimes no Canil Municipal de Lisboa

Votar não é um direito?
ResponderEliminarA partir do momento que quase todos foram votar "contra" o Sócrates, votar não foi um direito mas uma fuga de portugueses assustados.
A partir do momento que as pessoas vão votar e não têm nenhum candidato que confiem ou gostem, votar é apenas um beco sem saída.
A partir do momento que as pessoas vão votar desconhecendo quem lá vão meter, votar é apenas um acto de ignorância e irresponsabilidade.
A partir do momento que as pessoas vão votar apenas porque são fieis a um partido, independentemente do que ele fez de bom e de mau pelo país, é um acto de cegueira obtusa.
A partir do momento que vão votar apenas porque os amigos lhe escolhem o partido, é um acto de irresponsabilidade.
A partir do momento que nunca sabemos onde e quando vão começar os actos de corrupção, favoritismos, despesismo que arruínam o país impunemente. Votar é um tiro no escuro.
A partir do momento que sabemos que as leis não se aplicam aos políticos, mesmo quando as infringem escapam sempre, mesmo que provoquem prejuízos de milhões ou perdas de vidas humanas.
Assim votar não é um direito é meter um rato na nossa dispensa e fechar a porta e os olhos e deixa-lo andar.
VOTAR irá ser UM DIREITO quando:
- votarmos consciencializados
- votarmos com informações capazes sobre os candidatos
- votarmos seguros que confiamos no nosso líder
- votarmos num líder avaliado nas suas qualidades de gestor, economista etc e tiver provas dadas disso mesmo.
- Votarmos para colocar um grupo de pessoas em cargos legislados com regras, correctamente puníveis, fiscalizados e responsabilizados.
- Votarmos não no melhor vendedor de banha da cobra/ líder carismático e bem falante MAS SIM NUM CANDIDATO COMPETENTE, INTELIGENTE, RESPONSÁVEL, HONESTO e claro avaliado por testes tal como qualquer líder que gere uma grande empresa.
Seremos assim tão burros que preferimos um líder que engane bem, do que um líder que seja avaliado e capaz ?
Nunca vi nenhuma empresa, grande ou pequena, contratar os seus Presidentes ou directores, baseado nas suas capacidades oratórias !!!! Ou na sua capacidade de andar a lamber botas na altura dos votos!!!!
Porque razão os GESTORES DA "GRANDE EMPRESA" PORTUGAL tem que ser escolhidos por características menos abonatórias e nada fidedignas?
Deveria ser proibido os candidatos manipularem o povo ...ENFIM. e TEREM O APOIO DO estado e dos meios de comunicação para isso.
Votar não é um direito?
ResponderEliminarA partir do momento que quase todos foram votar "contra" o Sócrates, votar não foi um direito mas uma fuga de portugueses assustados.
A partir do momento que as pessoas vão votar e não têm nenhum candidato que confiem ou gostem, votar é apenas um beco sem saída.
A partir do momento que as pessoas vão votar desconhecendo quem lá vão meter, votar é apenas um acto de ignorância e irresponsabilidade.
A partir do momento que as pessoas vão votar apenas porque são fieis a um partido, independentemente do que ele fez de bom e de mau pelo país, é um acto de cegueira obtusa.
A partir do momento que vão votar apenas porque os amigos lhe escolhem o partido, é um acto de irresponsabilidade.
A partir do momento que nunca sabemos onde e quando vão começar os actos de corrupção, favoritismos, despesismo que arruínam o país impunemente. Votar é um tiro no escuro.
A partir do momento que sabemos que as leis não se aplicam aos políticos, mesmo quando as infringem escapam sempre, mesmo que provoquem prejuízos de milhões ou perdas de vidas humanas.
Assim votar não é um direito é meter um rato na nossa dispensa e fechar a porta e os olhos e deixa-lo andar.
VOTAR irá ser UM DIREITO quando:
- votarmos consciencializados
- votarmos com informações capazes sobre os candidatos
- votarmos seguros que confiamos no nosso líder
- votarmos num líder avaliado nas suas qualidades de gestor, economista etc e tiver provas dadas disso mesmo.
- Votarmos para colocar um grupo de pessoas em cargos legislados com regras, correctamente puníveis, fiscalizados e responsabilizados.
- Votarmos não no melhor vendedor de banha da cobra/ líder carismático e bem falante MAS SIM NUM CANDIDATO COMPETENTE, INTELIGENTE, RESPONSÁVEL, HONESTO e claro avaliado por testes tal como qualquer líder que gere uma grande empresa.
Seremos assim tão burros que preferimos um líder que engane bem, do que um líder que seja avaliado e capaz ?
Nunca vi nenhuma empresa, grande ou pequena, contratar os seus Presidentes ou directores, baseado nas suas capacidades oratórias !!!! Ou na sua capacidade de andar a lamber botas na altura dos votos!!!!
Porque razão os GESTORES DA "GRANDE EMPRESA" PORTUGAL tem que ser escolhidos por características menos abonatórias e nada fidedignas?
Deveria ser proibido os candidatos manipularem o povo ...ENFIM. e TEREM O APOIO DO estado e dos meios de comunicação para isso.
Tem razão Zita:
ResponderEliminar"Deveria ser proibido os candidatos manipularem o povo ...ENFIM. e TEREM O APOIO DO estado e dos meios de comunicação para isso"... e também devia ser proibido RECEBEREM dinheiro do Estado para cometerem esses abusos... ou serão crimes?